Seguidores do Blog

Fale conosco: (53) 99195.8558 e 999033712 Rua Carmem Miranda, 756 Pelotas/RS

Mostrando postagens com marcador Escotismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escotismo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de setembro de 2016

FIQUE SABENDO!


Sinal escoteiro


O sinal escoteiro é feito com os dedos indicador, médio e anular, da mão direita, estendidos e   unidos, mantendo-se o polegar sobre o mínimo. Os três dedos estendidos representam as     três partes da Promessa Escoteira. Os outros dois, onde o maior se apóia  sobre o menor, simbolizam que mesmo os escoteiros mais distantes são unidos, e que o mais forte defende o mais fraco.

O Lema

O nosso lema é: SEMPRE ALERTA
O que significa que você está sempre preparado, atento, física e mentalmente, para cumprir o dever para com Deus, com a Pátria e com o Próximo.

O aperto de mão


Parece estranho que os Escoteiros se cumprimentam com a mão esquerda com os dedos mínimos entrelaçados. No entanto, o significado é que um Escoteiro confia no outro. Isso se deve a uma passagem na  vida de B.P.
Certa vez, ao estender a mão direita para o chefe da tribo africana surpreendeu-se quando o indígena lhe estendeu a mão esquerda para cumprimentá-lo. Depois o chefe deu a B.P. a seguinte explicação: Aqui os grandes guerreiros se cumprimentam com a mão esquerda, largando para isso o escudo. Assim deixaram claro a sua coragem e a confiança que depositaram no outro, mesmo que esta seja o adversário. Entre nós, os guerreiros são homens de honra e os homens honrados são sempre leais.

Saudação escoteira


Todos os  Escoteiros fazem a saudação, uns aos outros, quando se encontram pela primeira vez no dia. O primeiro a ver o outro é quem toma a iniciativa de saudar, independente do cargo, graduação ou classe. Os Escoteiros fazem, também, a saudação para cumprimentar autoridades e durante as cerimônias de hasteamento e arriamento da Bandeira Nacional. Quando o Hino Nacional é tocado e não cantado, também, fazemos a saudação escoteira. Quando é tocado e cantado ficamos somente em posição firmes.
Na saudação, a posição dos dedos é igual ao sinal escoteiro, mas a mão toca ligeiramente a fronte do lado direito.


 Sinal da promessa


O sinal escoteiro é feito levantando a mão direita com a palma para frente, o polegar pousado sobre a unha do dedo mínimo e os outros dedos esticados e apontados para cima. O sinal da Promessa, com a mão direita a altura do ombro e com antebraço na posição vertical, é usado apenas na cerimônia de promessa, os dedos se apoiam, o maior sobre o menor, simbolizam que mesmo os Escoteiros mais distantes são unidos e que o forte defende o mais fraco.


             

Flor de Lis

 A maioria dos escoteiros sabe que a flor de lis é o símbolo do Escotismo, mas poucos saberão responder porque esta flor foi escolhida. Conheça agora a história:

Escolha de Baden Powell, a Flor de Lis apareceu pela primeira vez como símbolo do Escotismo em 1907. Desenhada na cor amarelo-ouro, no centro de uma bandeira verde, foi hasteada ao lado da bandeira inglesa no primeiro acampamento escoteiro realizado em Brownsea, no Canal de Mancha, Inglaterra.
Mas por que uma flor teria sido escolhida por Baden Powell como símbolo do Movimento por ele criado? Antigamente, a Flor de Lis era desenhada nas cartas náuticas para indicar o norte na rosa dos ventos. Ao observar essas cartas, Baden Powell chegou à conclusão de que a Flor de Lis representava o sentido de direção; e era exatamente esse sentido que ele idealizava para o Escotismo.

PALMA ESCOTEIRA

A “Palma Escoteira” é uma forma muito particular de saudar, congratular, agradecer, festejar todos aqueles que merecem uma salva de palmas especial! Além de ter começo e fim, seu ritmo único ajuda a aumentar o volume do som e nos desafia a nos mantermos “Sempre Alerta” .
Convidadas por um membro do Movimento Escoteiro, todos iniciam o aplauso com o seguinte ritmo:

(cada numeral é uma palma e cada parágrafo uma pausa bem curta):
1 2 3 4
1 2–1 2
1 2 3 4
1 2 1 2
1 2 3 4
1 2 3 4
1
Para ajudar no entendimento, algumas regiões associam textos ao ritmo, como por exemplo:

 Fo-lha-de-chá,                          Abacaxi,
de-chá, de-chá!                        xi xi - xi xi,
Fo-lha-de-chá,                          abacaxi,  
de-chá, de-chá!                        xi xi – xi xi, 

                                       Fo-lha-de-chá!                          abacaxi!    
Fo-lha-de-chá!                          abacaxi!     
Chá!                                          xi!

                                                   
      Existe várias formas, tudo vai de sua imaginação!

terça-feira, 19 de maio de 2015

Adulto Voluntário no Escotismo


1 - A presença do adulto
Quando o Escotismo começou a se expandir, lá pelos idos de 1908, a partir da publicação do livro Escotismo para Rapazes, baseado nas experiências de vida de Baden-Powell, e principalmente nos resultados do acampamento experimental da Ilha de Brownsea (Inglaterra), não se imaginava que fosse tomar a dimensão que tomou logo, por isso não havia um programa onde a participação do adulto fosse necessária.

Era um método concebido para a auto-educação dos jovens; e de um certo modo ainda hoje assim está definido em seu propósito.
Mas logo se fez necessário a presença de adultos para orientar os jovens. Todavia o Movimento continuou a ser um movimento para jovens; não se descartando que os adultos também se beneficiam dele, quer seja através do aprendizado de técnicas e habilidades, quer seja através da diversão e ambiente de camaradagem que acompanham as atividades escoteiras, ou ainda por saber-se útil à sua comunidade.


2 -O Trabalho do adulto voluntário no Grupo Escoteiro
O Grupo Escoteiro, e as Seções Autônomas, são as organizações locais que proporcionam prática do Escotismo para os seus membros. São nestas organizações que a maioria dos adultos voluntários desenvolvem o seu trabalho - os níveis regional e nacional também contam com o trabalho voluntário.
Basicamente há duas espécies de trabalhos a serem desenvolvidos junto a um Grupo/Seção; O técnico, que é o trabalho junto aos jovens, e o de apoio, realizado em funções de administração, finanças, relações públicas e institucionais, etc.

Basicamente há duas áreas de atuação para os adultos em um grupo escoteiro: A técnica, onde aqueles que tem habilidades ou facilidade para atuar como educador de crianças e jovens, colaboram pondo em prática o programa escoteiro; e a administrativa, na qual atual os adultos que apresentam habilidades para administração, comunicações, transportes, finanças, serviços gerais, etc..

Os adultos que atuam na ÁREA TÉCNICA são chamados escotistas (em alguns grupos há a figura do diretor técnico, o qual é um dirigente por não atuar diretamente com os jovens). São as seguintes as funções em que um adulto pode se incorporar a um grupo escoteiro como escotista:

>> chefe de seção (Alcateia de Lobinhos, Tropa Escoteira, Tropa Sênior e Clã Pioneiro);

>> assistente de chefe de seção;

>> instrutor (auxiliar eventual com conhecimento prático em alguma assunto específico, que contribui, em colaboração com a chefia da seção, para o treinamento, a orientação e avaliação dos jovens).

>> Os adultos que atuam na ÁREA ADMINISTRATIVA são chamados dirigentes. São as seguintes as funções em que um adulto pode se incorporar a um grupo escoteiro como dirigente:

Membro da Diretoria (alguns cargos são eletivos para mandatos de dois anos, outros são criados pela própria diretoria e os seus membros nomeados por ela, varia de grupo para grupo);

Membros da Comissão Fiscal (cargos eletivos para mandatos de dois anos)
Membros de Comitês e comissões de trabalho ou assuntos (transportes, comunicações, captação de recursos financeiros, etc) Assessores para os mais diversos assuntos.

Nos casos dos cargos eletivos exige-se que o membro seja sócio do Grupo antes de concorrer ao cargo, nos demais casos uma entrevista com o responsável por recursos adultos do grupo ou toda a diretoria do grupo é quem definirá a situação do candidato a voluntário .


3 - Como fazer para ingressar em um grupo escoteiro
Após contactar o nosso Grupo Escoteiro, haverá uma entrevista preliminar onde deverão ser conciliados os interesses do grupo com os seus interesses. Serão pedidas referências pessoais para checagem (é o cuidado de quem trabalha com crianças e jovens).

Uma vez entendidos que os seus interesses conciliam com os do Grupo, e que há uma área onde você pode colaborar, e após checados todas as informações dadas, será ministrada uma Palestra Informativa, através da qual você melhor conhecerá o escotismo e participação dos adultos nele. O passo seguinte é a designação de um assessor pessoal, alguém que lhe orientará em suas funções. Antes de sua designação, nomeação ou eleição é negociado o termo de adesão, de conformidade com a Lei do Voluntariado, no qual são estabelecidos as suas funções e o tempo ed trabalho que você se dispõe a dedicar ao Escotismo, entre outras coisas.

Para obter informações mais detalhadas de como ingressar em nosso Grupo Escoteiro clique aqui.
Para obter informações mais detalhadas sobre o Escotismo e o trabalho do Voluntário faça o download do Manual de Apoio ao Adulto clicando aqui.

4 -Características do trabalho.
ESCOTISTAS
Tarefa - Atuar diretamente na educação dos jovens
Cargos - Chefes de Seção, Assistentes de Chefe, Instrutores
Tempo para - Planejar, executar e avaliar atividades de sua Seção: reuniões de sede, bivaques, acampamentos, excursões e visitas

DIRIGENTES
Tarefa - Atuar nas áreas de apoio: administração, finanças, materiais e suprimentos, relações institucionais, comunicações, etc
Cargos - Membros da Diretoria, Comissão Fiscal e Comissões de Pais
Tempo para - Participar das reuniões do órgão em que é membro (geralmente mensais) e desempenhar as atividades de acordo com as escalas de serviço: secretaria, tesouraria, almoxarifado, apoio às atividades

Tanto para os dirigentes quanto para os escotistas exige-se identificação com os Fundamentos do Escotismo, aceitando plenamente os princípios nele expressos, e vontade férrea de colaborar por acreditar no ideal escoteiro.

Os conhecimentos escoteiros, as habilidades mateiras, a preparação para atuar como educador, tudo isto é feito nos cursos de formação ofertados pela UEB através da Região Escoteira, sendo as primeiras informações sobre o Movimento dadas através de uma Palestra Informativa e orientações recebidas pelo seu APF ( Assessor Pessoal de Formação ).

5 - Perfil básico do adulto
>>>>> que tenha disposição para assumir e enfrentar as tarefas próprias de seu processo de desenvolvimento pessoal, quer seja quanto às responsabilidades educativas ou em função de apoio a quem atua diretamente com elas;

>>>>>  que manifeste uma atitude intelectual suficiente para compreender os alcances fundamentais da tarefa que desenvolve; que possua a competência e qualificação que requer a função que se propões a realizar, ou que se comprometa a desenvolver o processo necessário para obtê-la;

>>>>> que demonstre adesão às normas da União dos Escoteiros do Brasil, aceitando-as e incorporando-as à sua conduta; que tenha a idade, a saúde e o tempo suficiente para desenvolver com afetividade a responsabilidade que se propões a assumir.

Requisitos básicos:
CARGO                                       IDADE MÍNIMA                 ESCOLARIDADE MÍNIMA
Diretor de Grupo e                                                         (recomendado)
membros da Comissão Fiscal      21 anos               Superior inc/cursando 
Mestre Pioneiro                         23 anos               Superior incompleto/cursando
Assistente de Mestre Pioneiro     22 anos               Médio Completo (antigo 2º grau)
Chefes de Seção                     18 a 23 anos*        Médio Completo (antigo 2º grau)
Assistentes de Seção                 18 anos              Cursando Médio ou completo p/Ramo Sênior 
Instrutores e outros 
colaboradores                           18 anos           não há

* De acordo com cada Ramo

6 - A importância dos Nós na vida de um adulto no escotismo
Caros Escotistas/Dirigentes,
Que o nó direito, nos ate às pessoas semelhantes. ..
Que o nó escota, nos ate às pessoas diferentes.. . 
Que a volta do fiel nos envolva com ternura e atenção... 
Que o nó de correr, nos faça lembrar que até os mais simples também são importantes. . 
Que o aselha, nos salve das más influencias. . 
Que o catau, encurte nossas distancias e que nos fortaleça cada vez mais... 
Que a volta do salteador nos segure quando estivermos caindo... 
Que a volta da ribeira nos dê a devida firmeza em vias diagonais... 
Que o prucick, só nos leve pra cima... 
Que o balso pelo seio nos transporte com segurança quando estivermos feridos... 
Que o nó da amizade sirva de base pra nossa relação... 
Que o nó de pinha nos faça ver a beleza de nossa amizade... 
E que a Flor de Liz e o Escotismo sejam o sangue que corre em nossas veias sem cessar, nos fazendo acreditar que temos o poder para melhorar nossa vida e bem-estar...
Sempre Alerta Para Melhor Servir


7 - Uniforme dos Adultos

sexta-feira, 13 de março de 2015

PROMESSA ESCOTEIRA

PROMESSA ESCOTEIRA

A Promessa Escoteira sintetiza o embasamento moral do Movimento Escoteiro. No momento da Promessa, os membros do Movimento se comprometem voluntariamente, a se conduzir de acordo com a orientação moral do Movimento, reconhecendo a existência de deveres que tem de serem cumpridos. Os elementos da Promessa Escoteira estão contidos nos Princípios do Movimento Escoteiro.


Promessa Original (escrita por BP):
Pela minha honra, eu prometo que farei o meu melhor, para cumprir meu dever para com Deus e o Rei ajudar aos outros em todas as ocasiões obedecer a Lei Escoteira.

domingo, 16 de novembro de 2014

CAIO VIANNA MARTINS

CAIO VIANNA MARTINS

Caio Vianna MartinsCaio Vianna Martins nasceu em Matosinho em 13 de julho de 1923, Minas Gerais, arraial que hoje virou cidade.
Aos seis anos seus pais o matricularam no Grupo Escolar Visconde do Rio das Velhas. Mais tarde mudou-se com a família para Belo Horizonte. Matriculou-se aos oito anos no Grupo Escolar Barão do Rio Branco onde estudou até o quarto ano primário. Estudou também no colégio Arnaldo e Afonso Arinos, onde entrou para o Escotismo. O Grupo era patrocinado pelo educandário. Isso aconteceu em 10 de setembro de 1937. Mais tarde Caio se tornaria Monitor da Patrulha Lobo.
Na noite de 19 de dezembro de 1938 o escoteiro Caio Vianna Martins, aos 15 anos de idade, estava com seu destino traçado, semelhante aos grandes heróis da história.
A Comissão Executiva do Grupo Escoteiro Afonso Arinos, do ginásio do mesmo nome, de Belo Horizonte, ambos hoje inexistentes, organizou uma excursão técnica-cultural a São Paulo. A delegação era formada por 25 membros.
A composição do trem noturno estava formada com 11 vagões, sendo o do meio, 1ª Classe, ocupado pelos escoteiros. A viagem se desenrolava normalmente até que às 2:05 da madrugada do dia 19 de dezembro entre as pequenas estações de Sítio e João Aires, aconteceu o terrível desastre, quando se chocaram o trem noturno que descia, com o trem cargueiro que subia. Muitos vagões descarrilharam, outros engavetaram e alguns se levantaram.
O vagão da frente ao ocupado pelos escoteiros saltou dos trilhos, atravessando para a direita, engavetando-se, partindo-se e tombando sobre o barranco, comprimido para a frente pela pressão dos carro restaurante e leito.
Os escoteiros que resistiram ao impacto das composições reuniram-se em um ponto à direita da estrada. Nesse momento o grupo sentiu falta do Escoteiro Gerson Issa Satuf e do Lobinho Hélio Marcos. Na procura ambos foram encontrados mortos.
Caio Vianna MartinsDo vagão leito foram retirados colchões e cobertores, usados para abrigarem os sobreviventes. Para uma cabine foram levados os feridos com maior gravidade. Alguns escoteiros trabalharam na confecção de macas com lençóis e paus enquanto os demais, com as tábuas que foram retiradas dos vagões, fizeram uma fogueira para iluminar o local, facilitando o trabalho de salvamento.
Os primeiros socorros chegaram somente às sete horas da manhã (cinco horas após o acidente). Os passageiros feridos, inclusive alguns escoteiros, foram transportados para Barbacena. No desastre morreram 40 pessoas.
O monitor Caio recebeu forte pancada na região lombar, sofrendo esmagamento das víceras e hemorragia interna. Retirado do vagão pelos companheiros e recolhido ao vagão leito, Caio Martins parecia dar sinais de estar melhor. Pouco depois quando seria levado para Barbacena e notando que um enfermeiro se aproximava com a maca, ele olhou ao redor e viu que havia outros feridos mais necessitados. Encarando o enfermeiro disse: "Não. Há muitos feridos aí. Deixe-me que irei só. Um Escoteiro caminha com as próprias pernas". Acompanhado dos amigos, seguiu andando, para a cidade. O esforço que fez, porém, foi muito grande. Ao chegar ao hotel deu alguns passos para depois saírem golfadas de sangue de sua boca, em conseqüência da hemorragia interna que sofreu. Levado para a Santa Casa veio a falecer às duas horas do dia 20 na presença de seus pais. Foi sepultado no cemitério de Bonfim, zona norte de Belo Horizonte, junto do Escoteiro Gerson e do Lobinho Hélio Marcos.

Fonte: www.escoteiros.org

segunda-feira, 8 de julho de 2013

A vida de Baden Powell

Todos que fazem parte do Movimento Escoteiro devem conhecer a vida do Fundador do Escotismo.
Achei na internet um livrinho, tipo estória em quadrinho, leitura bem fácil  que, eu tenho certeza, vai  prender a todos do início ao fim: A VIDA DE BADEN POWELL

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Mensagem do Dia!!

Este texto foi enviado pelo chefe Elmer  S. Pessoa - DCIM - 55º MORVAN  - Santos S/P – 1990 para um Grupo do Yahoo que faço parte e achei muito interessante, nos faz pensar na nossa missão junto aos jovens e no comprometimento necessário ao chefe escoteiro, por isso compartilho aqui, espero que gostem.

E  VOCÊ,  ENTENDEU  A  MENSAGEM?
Muitas vezes, achamos que não...
É  só conversar com alguns ex Escotistas e  cada vez nos  aproximamos mais  deste nefasto veredicto: a mensagem não foi entendida!
Naturalmente, todos têm motivos relevantes para deixarem o  Movimento  Escoteiro, mas será que se eles realmente compreendessem a missão do chefe, teriam se afastado?


Todos sabem que trabalhar com o adulto voluntário é muito difícil, pois todos nós temos nossa forma pessoal de ver e entender as coisas.
Temos conhecimento que o sul-americano não tem a tradição do trabalho voluntário, achando que, por ser voluntário, pode exercer tal ação no momento que assim o desejar, esquecendo-se que o compromisso assumido e não cumprido, pode ocasionar danos irreparáveis.  

Mas, se entendida a mensagem, o resultado final não compensaria o sacrifício?
Claro!  Injustiças existem e são  inerentes do ser humano  como também, incompreensões, incompatibilidades no trato e frustrações...

Posições radicais afastam pessoas que poderiam ser uma força vital dentro do Movimento Escoteiro deixando mágoas e fazendo com que elas se esqueçam do que  há pouco tempo, diziam  com orgulho e absoluta certeza:
- Eu trabalho pelo jovem!
E então?  Agora que deixaram o Escotismo, esqueceram o jovem?

Eles  continuam  os  mesmos, com as  mesmas  necessidades e carências de quando nós os acolhemos  no  Grupo. Em muitos casos o Escotista é o único gabarito  de comparação que este jovem possui, talvez até a sua última oportunidade.
Estes  jovens merecem serem penalizados  porque ainda não participam do mundo adulto, tão   difícil de  ser entendido, não podendo, por  isso, interferir revertendo essa  deserção?
 
Também aceitamos a premissa de que eles são inocentes e buscaram o Escotismo pelo que nós nos propusemos a lhes oferecer: um mundo de desafios e aventuras.
Ganhamos seu respeito, sua amizade, sua lealdade após o que, de repente, por motivos alheios às suas vontades, os deixamos na mão, decepcionados com tudo aquilo que prometemos e que deixarão de receber de nós.

Listamos tantas coisas para eles cumprirem (só para eles?) e nos retiramos alegando justos motivos, criando um vazio em seus corações...
Porque o Chefe saiu, indagam?
Será que nós Chefes, temos o direito de, nesta hora, nos esquecermos deles?

Se acreditarmos realmente no método educacional do Escotismo (hoje, mais necessário  que em 1907) e entendemos que a formação de um Chefe é um processo demorado e de assimilação homeopática, nunca poderíamos permitir que atitudes intempestivas afastem-nos dessa nobre missão, quase sacerdotal.

A maioria dos Escotistas não são educadores de direito, professores, porem são de fato educadores, pois sob sua orientação e motivação vem formando gerações inteiras de bons cidadãos, oferecendo a este país, homens e mulheres cientes de suas obrigações.

Um Escotista preparado, que entendeu a sua missão, e que foi evoluindo paulatinamente, participando do processo de formação, ganhando a experiência necessária para trabalhar com jovens, não pode se dar o direito de abandonar esta tarefa maravilhosa, só porque foi incompreendido, ficando aborrecido com alguma atitude.

Atuamos no Movimento Escoteiro porque acreditamos nos seus resultados, exaustivamente comprovados, com sacrifícios pessoais sobejamente conhecidos e inúmeras vezes decantadas. Mas, quando somos contrariados...
Ah! Quando somos contrariados esquecemos-nos de tudo o que falamos e prometemos. Tudo é deixado para traz, nossas metas, nossas propostas e, por um motivo inconsistente, eles deixam o Grupo e os jovens que tanto falavam.

Portanto, temos que buscar em nosso interior a força indispensável para superarmos os obstáculos, pensando exclusivamente nas metas a serem alcançadas, e que, muitas vezes, no ápice de uma discussão, facilmente são esquecidos: OS JOVENS!

Texto extraído do livro p/ Escotistas e Dirigentes “Reflexões de um Velho Lobo”.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

"Se é para morrer, quero morrer fazendo escotismo"!

A frase que intitula este post foi feito pelo dileto e saudoso escoteiro Guilherme Graff.

Ele foi um dos escoteiros fundadores do GE Voluntários da Pátria em 2006. Quando do início das atividades do Grupo, ele chegou acompanhado pelo pais, apresentando-se como candidato. Na anamnese que sempre fazemos foi informado pelos pais que ele apresentava grave enfermidade cardíaca de nascimento - tinha meio coração - e que poderia não participar de tudo. A chefia da época, a priori, foi radicalmente contra sua entrada no grupo. Entretanto após muita insistência e depois de uma autorização expressa da família, bem como laudos médicos ele iniciou como pata tenra. Vibrante, e literalmente sempre alerta, era um dos mais guerreiros e compensava sua deficiência física com uma afetividade única. Além disso acreditava piamente em uma liderança baseada no exemplo. Após a promessa galgou logo a segunda classe. Assevere-se que no 329° as etapas são duras de se conquistar haja vista que não distribuimos distintivos como quem lança confetes ao vento. Logo após  foi escolhido como monitor da patrulha Cão! Havia jogos dinâmicos em que ele era carregado "na cacunda" por seu sub-monitor, Fabrício Ribeiro, hoje distinto chefe do nosso Grupo. Apesar de todo o cuidado e acompanhamento médico, ele frequentemente se sentia mal, faltava-lhe o ar etc., sendo prá nós um motivo de constante preocupação.   Muitas vezes o Ch. Sérgio conversou com a família para que tivessem o bom senso de retirá-lo do grupo. Em vão. Certa ocasião, em que vimos que ele sofria dificuldades para participar de um jogo, que era leve, chamamos o seu pai e lhe falamos. O pai nos disse entre lágrimas, que o Gui estava praticamente desenganado e que a opção poderia até ser morrer em casa. Disse também que amava profundamente os escoteiros (comprovável no ORKUT). O fato é que o Guilherme jamais deixou de tentar, de querer jogar, de ensinar seus elementos, de competir! E os chefes, à época, sempre  extasiados com sua fúria por viver, o carregando e o admirando. 

Quiz o destino que ele mudasse para Porto Alegre para aguardar um transplante que já parecia impossível. Nos deixou entre lágrimas e abraços, dizendo que brevemente estaria de volta ao grupo bravo e guerreiro, como ele gostava de dizer. 
Meses depois lastimavelmente veio a falecer na cirurgia do transplante devido a complicações.  Hoje encontra-se sepultado no segundo andar do primeiro prédio do Cemitério São Francisco de Paula, Pelotas. 
Quem teve a honra de conviver com aquele menino, ciente de que poderia tombar a qualquer momento e que não obstante jamais deixava de cumprir o seu dever, pelo contrário, chorava quando sugeriam que moderasse,  sabe que jamais temeu a morte, e que sim, era e segue sendo um herói. Um exemplo de escoteiro, de vida e de superação. Em suma, um escoteiro por excelência!
A ele e a este movimento que inspira tais atitudes, vibramos com o nosso Sempre Alerta!

Post brilhantemente sugerido pelo estimado Ch. Sérgio Vanti! 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Voluntários da Pátria

Venham juntar-se a nós, viver grandes aventuras e fazer a diferença.
Sempre Alerta Para Servir!!!!

segunda-feira, 11 de março de 2013

LEI ESCOTEIRA EM QUADRINHOS

1. O escoteiro tem uma só palavra, sua honra vale mais que sua própria vida.
2. O escoteiro é leal.


3. O Escoteiro está sempre alerta para ajudar o próximo e pratica diariamente uma boa ação.

4. O Escoteiro é amigo de todos e irmão dos demais Escoteiros.

5. O Escoteiro é cortês.
6. O Escoteiro é bom para o animais e as plantas.

7. O Escoteiro é obediente e disciplinado.

8. O Escoteiro é alegre e sorri nas dificuldades.
9. O Escoteiro é econômico e respeita o bem alheio.


10. O Escoteiro é limpo de corpo e alma.

Encontrei Aqui


quinta-feira, 7 de março de 2013

Saiba mais sobre os Ramos do GEVP


Lobinho 
É o ramo dos Escotismo para as crianças de 7 a 10 anos de idade de ambos os sexos. As idades podem variar dependendo do amadurecimento da criança e sua fase de desenvolvimento. O programa educativo e as etapas do lobinho visam os primeiros ensinamentos para a vida no campo,  em equipe e desenvolvimento da liderança. Na Alcatéia a criança aprende a se preparar para, quando tiver a idade certa, seguir para a Tropa Escoteira.
O programa da Alcatéia é inspirado no "Livro da Jângal", de Rudyard Kipling, resumido em "Mowgli, o menino-lobo". A organização da Alcatéia pode ser só de lobinhos, lobinhas ou mista. O chefe é chamado de Akelá e seus assistentes podem ser  de Baloo, Baguera, Kaa, Chill e outros nomes de animais representados no "Livro da Jângal".
A Alcatéia é dividida em equipes denominadas matilhas, designadas cada uma com 4 a 6 crianças, nos quais são realizadas atividades de primeiros socorros, economia, trabalhos manuais, vivência no campo e jogos, diferente do sistema de patrulhas, adotada no Ramo Escoteiro ou Ramo Sênior. Antes de completar 11 anos o lobinho fará a cerimônia de passagem para a Tropa Escoteira, na qual despede da Alcateia.

Escoteiro
É o ramo escoteiro em que ficam jovens de 11 a 14 anos de idade de ambos os sexos. O programa educativo e as etapas do escoteiro visam aumentar os conhecimentos e  sua autoconfiança. Na Tropa Escoteira o jovem aprende a conviver em equipe, o sistema de patrulha, o respeito à natureza e muitas outras coisas necessárias nessa faixa de idade.
A organização da Tropa Escoteira pode ser só de escoteiros, só de escoteiras ou mista. A tropa é dividida em no máximo 4 patrulhas, que são equipes de 5 a 8 jovens. 
Cada patrulha tem como símbolo e nome um animal, uma estrela ou uma constelação, Todos os seus membros devem conhecer suas principais características. Os fatos marcantes da vida da patrulha devem ser indicados no bastão e na bandeirola da patrulha.
Cada patrulha tem o seu monitor, que é responsável pela administração, disciplina, treinamento, atividades e boa apresentação de sua patrulha, ajudado pelo sub-monitor. Esses dois jovens são escolhidos pela chefia após passar por uma “corte de honra”.
Antes de completar 15 anos de idade, o Escoteiro ou Escoteira é encaminhado para a Tropa Sênior ou Tropa Guia,  o Escoteiro ou a Escoteira passa por uma cerimônia de passagem na qual se despede da Tropa.

Sênior/Guia
É o ramo escoteiro em que ficam os jovens de 15 a 17 anos de idade de ambos os sexos. O programa educativo e as etapas do sênior e da guia visam aumentar os conhecimentos e treinamento para o desenvolvimento físico, moral, intelectual, espiritual e social. É introduzido valores de vida, autodomínio, coragem, amizade, respeito e autoconfiança suficiente para enfrentar qualquer situação.
       A Tropa Sênior (masculina), Tropa Guia (feminina)  é dividida em no máximo 4 patrulhas de 4 a 6 jovens. Cada patrulha adota um nome característico, que pode ser o de algum acidente geográfico bem conhecido pela patrulha ou de uma tribo indígena nacional.
               Na Tropa Sênior/Guia ficam os jovens numa idade de muitas mudanças, idéias e ideais novos, valores que estão mudando. Nessa tropa, o relacionamento entre a chefia e os membros é bastante distante da Tropa Escoteira, pois os membros já têm uma maturidade suficiente para seguir seus próprios caminhos sendo auxiliados pelos chefes. A Tropa Sênior/Guia normalmente é a que exige um maior esforço físico e um alto grau de conhecimento, o que permite os jovens evoluírem muito. Todos que um dia passaram pela Tropa Sênior/Guia sabem o valor que essa tem e o quanto essa fase foi boa e importante para seu crescimento na vida. Para quem ainda não chegou lá, boa sorte e aproveitem muito se tiverem a oportunidade!
        Antes de completar 18 anos de idade, o sênior ou a guia é encaminhado para o Clã Pioneiro, o jovem passa por uma cerimônia de passagem na qual se despede da Tropa Sênior/Guia.

Clã Pioneiro
É o ramo escoteiro em que ficam os jovens adultos de 18 a 21 anos incompletos de ambos os sexos. O programa educativo e as etapas do pioneiro ou da pioneira visam aumentar a integração do jovem ao mundo, voltando-se ao serviço a comunidade e o exercício de cidadania com base nos valores da Promessa e Lei Escoteira. O lema pioneiro é SERVIR.
        A unidade onde ficam os pioneiros e pioneiras é chamado de Clã. o Clã Pioneiro pode ser masculino, feminino ou misto.
        O Clã é orientado por um Mestre Pioneiro e/ou uma Mestra Pioneira que podem ter seus assistentes. A Comissão Administrativa do Clã ou o Conselho do Clã é a autoridade para tratar de todos os assuntos internos de administração, finanças, disciplina e programação. O Mestre Pioneiro detém o poder de veto, que deverá exercitar em casos excepcionais de forma a balizar as atividades dentro dos princípios do Escotismo.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

22 de Fevereiro – Dia do Fundador

O dia 22 de Fevereiro é um dia importante para escoteiros em todo o mundo.  
É o dia em que celebramos os aniversários do Sr. e Sra. Baden-Powell, também conhecido como Dia do Fundador, e também lembramos que o Movimento Escoteiro foi fundado por Lord Baden-Powell há mais de cem anos atrás.
Em 22 de fevereiro de 1857 nascia em Londres, capital da Inglaterra o menino Robert Stephenson Smith Baden Powell, sexto filho de um eclesiástico, professor em Oxford. Mais tarde seria conhecido no mundo inteiro como o Fundador do Escotismo.

 
Seu pai veio a falecer quando o menino Robert tinha 3 anos de idade, deixando sua mãe e seus sete filhos. Robert fez seus estudos em uma escola pública chamada Charterhouse em Londres, onde era muito popular e querido por todos, colegas e professores. Nas férias ele sempre aproveitava para acampar com seus irmãos mais velhos. Desde sua infância era grande seu amor pela aventura e pela natureza.

Em 1876, quando terminou seus estudos secundários, Baden Powell ingressou no exército. Como oficial de carreira viajou muito, conhecendo grande parte do mundo. Durante suas viagens, conheceu tribos de guerreiros da áfrica, os vaqueiros Americanos e conviveu com os índios da América e do Canadá. Por seus grandes feitos e suas habilidades lhe chamavam de "Impisa" que significava "lobo que nunca dorme".

Durante a Guerra do Transval em 1899, Baden Powell comandou a guarnição de Mafeking, importante entroncamento ferroviário, cuja posse era de grande valor estratégico. A cidade foi durante meses vítima de ataques de forças inimigas muito superiores, e só se manteve graças à inteligência e coragem de seu comandante, cujas atitudes inspiravam a atuação de seus comandados.
Como dispunham de poucos soldados, B.P. treinou todos os homens válidos da cidade para usa-los como combatentes e para os serviços auxiliares; primeiros socorros, comunicação, cozinha, etc, organizou um corpo de cadetes com adolescentes na cidade. A maneira como os jovens desempenharam suas tarefas, seus exemplos de educação, lealdade, coragem e responsabilidade, causaram grande impressão em B.P. e anos mais tarde aquele acontecimento teria grande influência na criação do Escotismo.

Baden Powell promovido ao posto de Major-General, tornou-se muito popular nos olhos de seus compatriotas e lançou seu livro que escrito para militares "Aids to Scouting" (Subsídios para Reconhecimento). Seu sucesso não só para o público militar, mas também para o público jovem incentivou Baden Powell a reescrever uma versão chamada especialmente para rapazes.
Em 1907 foi com um grupo de 20 rapazes para a Ilha de Brownsea, para realizar o primeiro acampamento escoteiro. No próximo ano escreveu em seis fascículos quinzenais o seu manual de adestramento, o "Escotismo para Rapazes". Assim, em 1910 B.P. compreendeu que o Escotismo seria a obra que dedicaria sua vida, afastando-se do exercito e dedicando-se apenas ao Movimento Escoteiro.

Depois de vários anos de dedicação ao escotismo, viajando pelo mundo e fundando associações escoteiras em vários países, Baden Powell sentiu suas forças declinarem. Retirou-se então para uma pequena propriedade que possuía próximo à cidade de Nairobi, na áfrica. Ali, na companhia de sua esposa dividia seu tempo entre a pintura, suas numerosas correspondências e as visitas de seus amigos. Faleceu na madrugada de 08 de janeiro de 1941 enquanto dormia.
"Se queremos que nossos rapazes sejam felizes na vida, devemos fazer com que eles assimilem o costume de praticar o bem ao próximo, além de ensinar-lhes a apreciar as coisas da natureza."

sábado, 1 de dezembro de 2012

Resumo da História do GEVP

 Grupo Escoteiro Voluntários da Pátria


É um Grupo de Modalidade Básica, fundado em 07 de outubro de 2006, na Escola Freinet, Por um grupo de homens e mulheres desejosos de fazer o escotismo tradicional na Cidade de Pelotas.

Teve como primeiro Presidente o Ten. Cel. Sérgio Augusto Vanti, cujo desejo era que o Voluntários da Pátria, além de participar da educação dos jovens, pudesse resgatar e por em prática, antigas tradições e conhecimentos escoteiros, para que estes não se perdessem no esquecimento.

Desde a fundação, houveram muitas mudanças: endereços, troca de chefia, de Associação... mas nunca cessou ou interrompeu suas Atividades.
Tempos difíceis foram enfrentados e vencidos, sempre com muito entusiasmo e dinamismo de seus Associados.

Em 27 De Dezembro de 2012 teve seu estatuto social registrado, tornando-se uma Associação, não apenas de Fato, mas de Direito na Cidade de Pelotas.
Hoje o Grupo Escoteiro Voluntários da Pátria desenvolve suas atividades na Rua Evaristo da Veiga n º 75, junto a Escola Estadual Prof ª Sylvia Mello, no bairro Fragata, onde atende em torno de 50 jovens de 6,5 a 21 Anos, que aprendem desde cedo o valor da amizade, honra e lealdade, embasados ​​na Lei e na Promessa Escoteira, na crença em Deus, nos valores absolutos da verdade, da solidariedade, da ética, da moral, do civismo e Patriotismo, da Coragem e da determinação.

Sua atual Diretora Presidente Janice Tavares Lourenço,  com a ajuda dos demais Membros da Diretoria e Escotistas procura oferece a estes Jovens uma opção de vida salutar, buscando desenvolver neles autonomia e interação, capacitando-os para o enfrentamento das dificuldades que surgirem, através de atividades e adestramento direcionados a cada Ramo, além de excursões, bivaques, acantonamentos e acampamentos.


Não é apenas de Atividades ao ar livre que vivem nossos escoteiros, participam de varias atividades sociais como campanhas de agasalhos, de Alimentos, arrecadação de Brinquedos, Visitas a creches e asilos, ALÉM de OUTRAS.
Venha nos visitar e conhecer um pouco mais do Voluntários da Pátria!!